Buscar
  • SBN

Netweaving, uma nova estética de convivência

“É legal ser legal.”


O ser estético é aquele que percebe a “beleza das coisas”. Ainda falando do que é belo, veremos que, para Platão, ele está ligado ao que é “bom” e, pelo idealismo romântico, ligado à “manifestação da alma”. Será que podemos ter estética no Brasil? Isto é, “perceber, através da sensibilidade da alma, que podemos viver a beleza do que é bom no nosso país”. Eu acredito que sim e vou explicar o porquê.


Um cientista político disse que falta à juventude causas para se engajarem e, por este motivo, cada dia mais jovens aderem a ações terroristas. A falta de causas também alimenta a insensibilidade, a ganância e a cultura do “levar vantagem”, que sempre esteve presente na vida pública e privada de nosso país.


Porém, chegamos num ponto onde está insustentável, para quem tem um mínimo de senso de coletividade e diversidade, aguentar essa realidade polarizada. Fomos desmascarados, não “ESTAMOS” um pais ético, alegre, solidário, amistoso e cansamos de viver essa mentira, pois queremos “SER” isso. Queremos viver a solidariedade e ética da alma e não a ganância e esperteza da personalidade condicionada. Estamos sufocados e de saco cheio. Chega de sermos corruptos, mas também de sermos intolerantes!


“Enfim, ainda está em tempo de sermos o que realmente somos!”


Levar essa estética da alma para o Brasil parece poético, mas isso não quer dizer que temos que ficar nos beijando e abraçando e morrendo de amores uns pelos outros. Mas, sim, nos permitirmos viver de forma mais humana e vivenciar uma convivência mais civilizada.


Mudanças começam de baixo, do povo, mas não buscando eternos “Salvadores da Pátria”, sejam de direita, esquerda, centro, acima ou abaixo. É através da mobilização, informação e bons exemplos no dia a dia que vamos criar uma nova cultura mais produtiva, saudável e sustentável, baseada na cooperação e no compartilhamento. Essa nova cultura precisa ser baseada no respeito às diferenças e pode ser resumida em generosidade. Essa forma mais lúcida de conviver na vida e no trabalho é uma mágica que pode produzir riqueza, redução de custos no público e privado, viabilizar saídas criativas para problemas complexos e, com isso, mudar o cenário nacional. E que tal se a política e nossos governantes realmente fossem generosos conosco? Será que essa não é a motivação básica que todos deveriam ter?


Voltando ao curto e médio prazo, precisamos cobrar do poder público, mas não podemos depender dele, até porque, unidos e mobilizados, temos mais força para cobrar. Se ajudarmos o gari a manter a rua limpa, o cadeirante a subir na calçada, nos dispusermos a reformar a escola do bairro - esteja ou não nosso filho estudando nela - dar uma ajuda ao nosso vizinho, ou qualquer atitude que melhore a vida de outras pessoas, tudo pode começar a mudar.


“É dando que se recebe.”


A UNESCO diz: “Uma vez que as guerras começam na mente dos homens, é na mente dos homens que as defesas de paz devem ser construídas”. Ser generoso desenvolve uma cultura de paz e passa a ser tão natural quanto hoje é ser agressivo ou grosseiro. Passa a ser natural e espontâneo não esperar nada em troca, exceto o prazer de ver o outro bem e saber que em algum momento também poderemos ser ajudados. Esta é a base do movimento Netweaving da qual a SBN, sendo a “Sociedade Brasileira de Netweaving” é a associação que acolhe seus adeptos.


Netweaving é uma estética de alma que, desenvolvida em massa, vira uma postura cidadã e forma uma sociedade unida, que não precisa terceirizar muitas de suas necessidades. Cria uma energia de agregação e confiança que assusta tiranos e o submundo do poder, que temem a união e a verdade. Nada mais afugenta a escuridão corrupta, gananciosa e intolerante do que a luz da solidariedade, do compartilhamento e da colaboração. A base do poder ilegítimo é dividir para governar, então empoderar pela generosidade permite respeitar as diferenças valorizando a complementaridade e, com isso, destruir estratégias covardes e mesquinhas.


Nossa alma não é feia, mas sim suja e condicionada por anos de exemplos públicos e privados repugnantes e execráveis. Está na hora de lavarmos nossa personalidade com o sabão da autocrítica e nos enxugarmos com a toalha da verdade, olharmos no espelho e vermos nossa alma lavada e, finalmente, podermos dizer que somos um povo alegre, ético, humano, solidário e engajado em nos unirmos, não olhando para cima, para o governo, mas sim para o lado, para cada pessoa que está ao meu lado e vive o mundo real e não o dos palácios dos governantes.


Martin Luther King não inspirou dizendo que tinha um plano, mas sim um sonho. No meu cso, eu tenho um sonho e um plano para ajudar a fazer do Brasil um país mais generoso e sustentável. Isso me move, pois acredito que é possível. Luto e vou morrer lutando, não porque isso vai acontecer, mas porque vale a pena. Na SBN trabalhamos o indivíduo através de coach, educação e conteúdos. E a convivência com relevância é feita através do netweaving no cotidiano. É dessa forma que fazemos a nossa parte.


Se você acredita que a generosidade pode transformar esse país e quer participar deste movimento netweaving, cadastre-se no site da SBN-Sociedade Brasileira de Netweaving e junte-se a nós, pois queremos alimentar sua alma com uma vida mais inspiradora.


Caso não acredite em sonhos, nem em generosidade, ou ache que lutar por causas é bobagem, marque uma sessão de coach comigo, pois posso te ajudar a ressignificar sua vida e melhorar sua alegria de viver!!!!


*Cari Mello é empreendedor, mentor, coach e netweaver.

30 visualizações

Criado por Ynusitado